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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Anseriformes
Família: Anatidae
 Leach, 1820
Subfamília: Anatinae
 Leach, 1820
Espécie: A. acuta

Nome Científico

Anas acuta
Linnaeus, 1758

Nome em Inglês

Northern Pintail


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Arrabio

O arrabio é uma ave anseriforme da família Anatidae.

Seu nome científico significa: do (latim) anas = pato; e do (latim) acuta, acutus = pontiagudo, cuneiforme. ⇒ Pato de cauda pontiaguda ou pato de cauda pontuda.

Características

É um pato grande, medindo de 60 a 70 cm de comprimento, embora apresente uma figura mais leve e esguia. A sua forma característica – pescoço comprido; bico pequeno e estreito; uma cabeça pequena de cor castanho-chocolate, com uma longa lista branca, que se estende do pescoço até ao ventre – identificam-no facilmente, tanto pousado como em voo. A fêmea, semelhante à de outros patos de superfície, apresenta pormenores – cauda mais comprida e pontiaguda; bico cinzento-escuro, curto e estreito; plumagem castanha finamente desenhada – que uma observação cuidada permite identificar entre as outras espécies.

Subespécies

Não possui subespécies.

Alimentação

Alimenta-se de vegetação aquática e de insetos ou outros pequenos animais.

Reprodução

Reproduz-se nas margens ribeirinhas de lagoas, albufeiras e rios, durante a primavera realizando uma postura. O ninho é uma pequena cavidade no solo, entre a vegetação rasteira, revestida de pastos e penas. A ninhada é composta por 7 a 9 ovos, cuja incubação dura 21 a 23 dias. Sendo uma espécie nidífuga, as crias adquirem a capacidade de sair do ninho, pouco tempo após o nascimento. No entanto os primeiros voos são só ao fim de 7 a 8 semanas.

Hábitos

O habitat desta ave varia um pouco consoante a época do ano, podendo-se observar tanto em charcos de terras altas, pântanos de terras baixas, poças e lagoas como também em estuários abrigados, terras inundadas e lagos próximos.

Distribuição Geográfica

Visitante excepcional do Hemisfério Norte, a espécie foi registrada em dezembro de 1988 quando oito indivíduos, em plumagem de eclipse, foram encontrados no Arquipélago de Fernando de Noronha, possivelmente oriundos da costa africana. Aparecem excepcionalmente também no Rio de Janeiro.

Referências

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